Parceria de Katrina Persi é campeã na disputa de samba-enredo da Império de Fátima

A Império de Fátima realizou na noite deste sábado (24) sua final de samba-enredo. Com três obras disputando o prêmio, a parceria de Katrina Persi, Bruna Medeiros, Thiago Tarlher, João Vidal, Cosme Araújo, Thiago Daniel, Cláudio Vagareza, Edgar Mendes, Vlad AKS, Thiago Martins, Gylnei Bueno e Mauro Naval consagrou-se campeã. Primeira parceria da noite foi a de Lourival das Neves, Marquinho Gente Bamba, Jefinho Rodrigues, Lauro, Gibson Muniz, Jean e Xanxan (Campeões na Piedade). Lauro foi o intérprete responsável por conduzir a obra. Apesar de ter um refrão principal com potencial de crescimento no decorrer do tempo até chegar o dia oficial, o samba não possuía momentos de “explosão”. Fator importante considerando a posição de desfile da escola da Serra. A segunda obra da noite teve autoria de Dudu Martins, Dilsinho, Fio Cabral, Nascimento, Dimmy de Oliveira, Serginho do Porto e Magrinho. Diego Nascimento, cantor da São Torquato, foi o intérprete oficial. A parceria apostou em versos mais longos tanto na primeira quanto segunda estrofe e fez uma boa apresentação. Porém, faltou um pouco mais de atenção na melodia do samba principalmente no trecho que antecede o refrão principal. Katrina e cia., parceria campeã, fez a última apresentação da noite. Coube a Vlad AKS, também cantor da São Torquato, ser a voz oficial. O samba possui uma letra descritiva, que menciona quase que de forma literal o enredo proposto, o que não é um erro. Mas a escola vai precisar corrigir alguns problemas melódicos. Destaque para o refrão do meio em “É divino firmamento pro ‘milagre’ acontecer / Tem axé o meu Império, nossa gente vai vencer”.
Império de Fátima escolhe neste sábado samba de 2025; Vote no seu favorito

A caçulinha do Carnaval Capixaba escolhe neste sábado (24) o samba-enredo que irá conduzir seu próximo desfile. Com o enredo “Arte Popular na corte imperial”, do carnavalesco Puluker, a Império de Fátima recebeu oito obras para sua safra, e depois de audições internas entre a equipe de carnaval, definiu três finalistas: A carregar… Em seu primeiro ano na agremiação, o carnavalesco Puluker afirmou que está satisfeito com os sambas e que os compositores entenderam bem a sinopse proposta. “Os três finalistas atendem nossas expetativas e estão de acordo com o enredo. Porém, apenas um pode nos representar na avenida. É uma disputa acirrada, justa e com igualdade. Através de um grupo de pessoas capacitadas vamos decidir qual samba está a altura de representar nosso desfile”, explicou. O carnavalesco também acrescentou a importância de ter um bom samba na avenida em um Grupo de Acesso tão disputado. “Todos sabem que um bom samba é 60% do desfile de cada Agremiação. O restante é fazer um desfile com acabamento e bem desenvolvido. Tenho certeza que vamos fazer uma bela escolha prezando letra e melodia, com refrão valente e forte, contanto realmente nosso enredo da arte popular do início ao fim”, finalizou. A grande final de samba-enredo da Império de Fátima acontece neste sábado, a partir das 16h, no Centro Comunitário Castro Alves, em Bairro de Fátima.
Nova diretoria da Jucutuquara é oficialmente apresentada e quesitos celebram momento da escola

A nova diretoria da Unidos de Jucutuquara foi apresentada oficialmente aos torcedores e amantes do samba capixaba na noite desta sexta-feira, 16. Com Anchietinha restaurado, pintado internamente nas cores da nação, a cerimônia de posse recebeu um bom público. De início, integrantes da Velha Guarda da Jucutuquara foram chamados a frente do palco e cantaram o hino da agremiação a capela. Pela aparência, os torcedores estavam visivelmente satisfeitos com o que está sendo apresentado pela nova presidência neste início de gestão. Ewerton Fernandes, presidente eleito, conversou com nossa equipe sobre as primeiras ações do mandato. “Nós estamos oficializando o retorno para quadra em parceria com o Clube Anchieta. Ninguém sabia como estaria o espaço com as reformas porque era tudo feito a sete chaves, quem entrava não podia ficar com celular. Foi surpresa para todos e realmente queríamos causar esse impacto. Estamos buscando também reposicionamento de marketing, isso faz parte do nosso projeto como um todo. A partir de agora, vamos fazer valer tudo o que projetamos lá atrás”. explicou. Sobre a responsabilidade de fazer com que a Jucutuquara volte a entrar na avenida disputando títulos, Ewerton manteve os pés no chão, mas garantiu que a busca pelo campeonato está nos planos já para 2025. “Nossa gestão está dividida em 4 setores, são eles: carnavalesco, financeiro, social e cultural. Sabemos dos processos financeiros para construir um desfile. Temos um levantamento de tudo, sabemos onde a escola já errou e vamos procurar acertar nesta gestão do próximo desfile. Buscaremos o título sem cometer loucuras, sem inventar moda. Será um feijão com arroz, com tempero a mais, dentro do regulamento”. Na reformulação completa do elenco da escola, a diretoria optou por algumas novidades – como é o caso do intérprete Edu Chagas -, mas também trouxe de volta um rosto bastante conhecido da Nação. Orlando Júnior, tricampeão (2007, 2008 e 2009), e autor de um dos desfiles mais impactantes da história do Carnaval Capixaba, Convento da Penha, em 2009. A respeito do seu retorno pra “casa”, o carnavalesco disse estar entusiasmado para construção de uma nova história. “Estou com a ganância de vencer este carnaval, claro, sempre respeitando todas as coirmãs. Eu pretendo fazer um desfile bem legal, até para resgatar o que era a Jucutuquara de antes. Temos que trazer essa taça de volta. O enredo é um conjunto entre escola e minhas ideias, ate chegarmos até essa concepção. O bom neste retorno é que a diretoria também está com o pensamento de trazer a taça de volta, isso traz mais vontade de trabalhar”. Outro nome que faz parte do elenco tricolor é Marina Zanchetta, cria da escola, assume a responsabilidade de carregar o primeiro pavilhão da coruja. Segundo ela, o momento é de muita alegria por estar em família. “Estou me sentindo pronta. O presidente Ewerton estudou e batalhou durante anos para ser eleito e assumir o cargo na Jucutuquara. Toda escola caminhou neste mesmo ritmo. De trabalhar e conquistar. Posso dizer que quando a Jucutuquara está unida e em família, nada derruba a nação. Isso fortalece ainda mais a nossa escola”, declarou. A Unidos de Jucutuquara será a primeira escola a entrar na avenida pelo Grupo Especial em 2025, com o enredo “Pulsar da Vida”, assinado pelo carnavalesco Orlando Júnior.
Capixabices vai produzir série de matérias com candidatos do carnaval durante o período eleitoral

A partir desta sexta-feira (16), começa o período eleitoral rumo as eleições de 2024. Neste ano, os eleitores irão votar para candidato a vereador e prefeito. Na intenção de caminhar junto com os sambistas capixabas, o Capixabices está preparando uma série de matérias com os candidatos ao cargo de vereador em Vitória, Vila Velha, Serra e Cariacica, e que são diretamente ligados ao universo do Carnaval. Não é segredo que temos diversos nomes que ajudam as escolas, Ligas, baterias, alas e etc, e que contribuem muito para construção da nossa festa. Nossa equipe já está entrando em contato com as assessorias dos candidatos e, em breve, as primeiras matérias serão publicadas no site. Para os candidatos ao cargo de prefeito, teremos publicações em vídeo com os nomes de Vitória, e que tenham como pauta, em seu plano de governo, o Carnaval das Escolas de Samba.
Lar doce lar! Presidente Daniel Modesto fala sobre Espaço Cultural da Imperatriz do Forte

Mais de 50 anos depois de sua fundação a Imperatriz do Forte está perto de realizar seu grande sonho. Segundo a diretoria da agremiação, a quadra da verde e rosa está em fase final de obras e bem próxima de ser inaugurada. O atual presidente, Daniel Modesto, conversou com a equipe do Capixabices e revelou detalhes para a comunidade do samba. “Estamos muito felizes com o momento da escola. Éramos uma diretoria desacreditada, que pegou a Imperatriz numa situação complicada em 2023. O trabalho foi feito e coroado com o título do Acesso A. Temos mais de 50 anos se nunca tivemos quadra. Sempre fizemos eventos em local aberto, com tempo favorável ou não, sem um espaço digno para poder receber nossa comunidade. A partir de agora teremos o nosso local, dos nossos eventos, e principalmente projetos sociais”, explicou. Daniel acrescentou que toda diretoria trabalhou muito para a conquista. “Me sinto muito feliz em ser o presidente da escola no momento atual, nesse marco histórico. Mas também agradeço aos meus diretores que estão comigo para tudo nesta aventura. Somos uma diretoria de pessoas jovens, mostrando que tudo é possível. Somos criados na escola, apaixonados pela Imperatriz e fazendo o bem pela Imperatriz”. Com previsão de inauguração no final de setembro, o espaço cultural levará o nome de Robson Henrique, o Robinho, figura importante para o Forte São João. “As obras estão em fase final. Demoramos para fazer o anúncio devido processos burocráticos de documentação. Posso dizer que estão em 70%. A previsão de lançamento é no final de setembro, com uma grande festa para comemorar essa vitória da Imperatriz. Nosso espaço fica na Avenida Vitória, em frente ao Salesiano, na antiga Grafitusa. Bem no Forte São João. Nada mais justo que fazer uma homenagem ao Robinho, presidente de honra da escola, que sempre lutou pelo bem da Imperatriz. Espaço Cultural Robson Henrique, é o nome da casa da nossa escola”, finalizou o presidente.
Martelo batido! Em plenária, presidentes aprovam nome de Sinvaldo Siri para Cidade do Samba

Na última quinta-feira (09), os presidentes das escolas de samba filiadas a Liesge se reuniram de forma online para deliberar o nome da Cidade do Samba Capixaba. Conforme noticiado pelo Capixabices, o presidente Edson Neto sugeriu que o tão sonhado espaço para as escolas fosse batizado com o nome de Sinvaldo Siri. Figura importante para o Carnaval Capixaba que participou ativamente, ao lado do antigo prefeito da época, Hermes Laranja, na construção do Sambão do Povo. Por unanimidade, a proposta foi aceita por todos presidentes presentes (Mug, Boa Vista, Novo Império, Chegou O Que Faltava, Jucutuquara e Imperatriz). Somente Piedade não participou da plenária.
“É uma escola da Serra falando da importância cultural daquele lugar, em forma de enredo”, afirma Marcelo Braga, carnavalesco da Rosas de Ouro

O Carnaval 2025 está cada vez mais perto, os enredos estão sendo lançados e em breve teremos a discografia completa do próximo desfile. Uma das perguntas que os sambistas fazem com frequência é: o que é mais fácil, subir de grupo ou permanecer naquele grupo? As respostas são variadas, mas em Serra, o discurso da Rosas de Ouro é único. A escola quer – pelo menos – uma posição no pódio em 2025. A equipe do Capixabices conversou com Marcelo Braga, carnavalesco contratado pela agremiação para desenvolver o próximo desfile, para saber um pouco mais sobre o enredo “No horizonte eu te vejo – Casarão”. Segundo o artista, o objetivo principal é uma representante cultural de Serra falando sobre a história daquele lugar. “Criamos uma história lúdica para falar do Casarão. É um indígena e uma africana escravizada, que moram lá até hoje, contando todo o enredo. Ouvi de muitas pessoas que o lugar é assombrado, e não quis perder essa essência. Desde o início esses fantasmas são os narradores, falando daquilo que viveram e viram com o passar do tempo. Nossa principal preocupação era não fazer um enredo com culturas de outros lugares, mas sim de onde a Rosas está, a Serra. Um local que é riquíssimo em história mas com pouca visibilidade”, destacou Marcelo. O artista acrescentou que as escolas de samba também precisam tomar para si a responsabilidade de levar enredos educativos, aproveitando toda visibilidade que os desfiles têm. “Eu, enquanto carnavalesco, acredito que a arte do carnaval também tem o dever de educar. Serra tem uma composição cultural ancestral, uma terra fértil culturalmente falando, e é um enredo que fala sobre a essência da nossa ancestralidade. É falar de Serra enquanto cultura, sob uma visão indígena e africana”. Depois de falar dos povos originários em 24, e conquistar o título que dá direito a escola de desfilar no Grupo de Acesso A em 25, o enredo para o próximo ano é um resgate da história serrana, como contou o carnavalesco. “Falaremos do começo da imigração, do descobrimento das terras da Serra. A formação dos povos originários, o sítio histórico de Carapina, como foi construído, e a importância do Sítio para o município. Os movimentos agrícolas, a difusão das terras, e chegando aos dias de hoje com as construções modernas, as indústrias, e tudo mais, numa visão daquilo que conseguimos ver e também o que o passado nos conta. Parte de uma visão indígena, com a essência daquela terra. O Casarão fica às margens da Rodovia, então foi assistindo muita coisa com o passar do tempo. É uma história rica, e uma grande oportunidade da Rosas de fazer as pessoas conhecerem”, explicou. A respeito da parte técnica, e sobre a chegada a um Grupo com escolas que estão acostumadas a desfilar por ali, Marcelo elogiou a postura da diretoria nas contratações. “Vou falar em relação ao que tenho assistido e participado. Houve uma preocupação muito grande da escola em colocar dirigentes com mais experiências técnicas. Que já participaram de conquistas tanto em escolas da sexta quanto no sábado. Eles trazem uma bagagem muito maior. Isso vem desde a produção do desfile até o dia em si. Como carnavalesco, meu lema é sempre fazer o trabalho bem feito, buscando o melhor resultado. O importante é a melhor execução, com regulamento embaixo do braço. Queremos no mínimo o terceiro lugar para a Rosas em 2025, a busca é pelo pódio”, finalizou. Sinopse completa Rosas de Ouro 2025: Me vejo através de cada fresta de madeira que ergue as colunas do que um dia foi meu lar. Olho atento para quem chega de longe, aqueles que vêm para tomar posse de terras que já tinham dono, enquanto uma casa começa a se erguer para gente branca de grandes riquezas. Mas é aqui, neste casarão, que ainda mantenho minha vigilância.Seja bem-vindo ao casarão. Nestas terras, antes cobertas pelo verde exuberante, ergue-se agora uma igreja, São João Batista, testemunha de milagres e da fé que ali brotou. Ela permanece no mesmo lugar, o mesmo onde conheci meu grande amor, alguém que chegou pelo mar, junto aos que passaram a chamar esse lugar de sítio. Um lugar que antes era apenas nosso, mas que se tornou fazenda, a Fazenda dos Jesuítas. Enquanto nós gerávamos vidas, eles geravam frutos. Os religiosos ensinavam a fé deles e mostravam como explorar a natureza, mas nossa ligação com a terra continuava forte. Olho para o horizonte e vejo as terras que um dia foram apenas floresta, e agora se transformaram em casas, fazendas, plantações. As cigarras cantavam em meio às árvores, os legumes cresciam, e a cana-de-açúcar se espalhava pelo solo fértil. Para fazer tudo isso dar certo, as peles se uniram: negros e indígenas trabalhavam juntos para prosperar. Juntamo-nos ao comando do Araribóia para construir uma nova vida ali. Os tambores tocavam todas as noites para nos fazer dançar e celebrar. Caminhamos pelo canal, sempre na direção da água. Minha companheira ouviu os homens brancos chamarem o lugar de Carapina, mas eu disse a ela que esse nome já era conhecido por nós. Ouvi falar de tesouros ocultos, escondidos para que ninguém os encontrasse, e se eles estiveram lá um dia, ali ficaram. Vimos os jesuítas partirem e as terras voltarem para nós, mas não ficamos mais tempo. Havia outros donos chegando, uma rainha visitando, gente querendo conquistar. No horizonte, só se via o vazio e a vontade de partir. Uma nova família tomou conta, os Nunes, conhecidos por sua influência na região. Mas não precisávamos mais abaixar a cabeça para eles. Eles foram embora como todos os outros, e tudo voltou a ser de quem sempre esteve ali. Nossos filhos prosperaram e seguiram seus caminhos, assim como nós também fomos. Mas se você quiser conversar conosco, é só chamar pelo nome: Piatã e Amai. Aqui, nesta Serra de vastos campos e flores douradas, você nos encontrará. No horizonte, eu vejo você e você me vê.Bem-vindo ao Casarão de Carapina.
Cidade do Samba Capixaba deve levar o nome de Sinvaldo Siri; presidentes vão decidir em plenária

No último dia 23 de julho o sambista capixaba foi presentado com a notícia de que – finalmente – a Cidade do Samba Capixaba vai sair do papel. A obra entra em estágio de licitações ainda em 2024 e as construções devem iniciar após os desfiles de 2025. Apesar da inauguração ainda estar longe, a equipe do Capixabices apurou o nome que deve batizar o espaço. Em contato com presidente Edson Neto, a informação foi confirmada e o dirigente afirmou que depende das aprovações dos presidentes das escolas. “A informação é verdadeira. Estou presidente da Liga mas acima de tudo sou sambista e tento valorizar aqueles que contribuiram tanto para o nosso carnaval. Foi assim nos dois recuos de bateria do Sambão do Povo, onde homenageamos Polha e mestre Ditão. Nada mais justo que batizarmos a Cidade do Samba com o nome de Sinvaldo Siri. O presidente que, junto do poder público, fez com que o Sambão fosse construído em 112 dias. Vou levar a proposta para plenária e agora depende da aprovação dos presidentes”, informou Neto. Saiba quem foi Sinvaldo Siri Em fevereiro de 1987 o palco dos desfiles do Carnaval Capixaba teve sua estreia para o desfile daquele ano. Em impressionantes 112 dias a obra foi concluída. Dois nomes foram responsáveis para que a obra saísse do papel. Hermes Laranja, prefeito de Vitória na época, e Sinvaldo Siri, ex-secretário de Turismo da cidade e também presidente da antiga Liga das escolas de samba. Francisco Velasco, cronista de carnaval e amigo de Sinvaldo Siri, falou sobre a história da construção e o legado do homenageado. “Falo de Sinvaldo com saudades do meu grande amigo. Não conheci ninguém tão apaixonado pelas escolas e pelo carnaval como ele era. Na construção do Sambão ele foi o grande responsável ao lado do Hermes Laranja. Ele foi um leão na luta para fazer aquilo em 112 dias. Era inimaginável. Tanto que no dia do desfile de 1987 todo mundo ainda sentia o cheiro de tinta fresca. Ele deixou dois legados: a construção do nosso palco que recebe os desfiles e, no plano pessoal, Andressa Leal, nossa eterna porta-bandeira. Que desfilou pela Jucutuquara, no ano da inauguração, com apenas 11 anos. Sinvaldo Siri é um nome que não pode ser esquecido nunca pelo sambista capixaba”.
Ouça o samba oficial do Andaraí para 2025 na voz de Emerson Dias

Compositores: Danilo Cezar, Gabriel Nicolau, Xandinho Nocera, Nando do Cavaco, Fredy Vianna, André Filosofia, Alcides Júnior, Leandrinho LV, Dema e Ronny Potolski Meu orgulho é ser capixaba!Nessa magia hoje vou te levar!Pra conhecer os encantos deste meu lugar!Vitória… De braços à modernidadeEis o futuro em cada oportunidade!Viu nascer um mercado de cultura!Que na sua arquitetura, retrata nossas as tradições!Sonhos “se espalhavam” pelas ruas!Por becos, vielas e casarões…Mil histórias pra contar,Vem se apaixonar O aroma é sedutor!Iguarias vem provar!Quem vai querer, quem quer comprar?Da rádio, o tom…Alma apaixonadaO gingado da mulher amada Nas ruas, um mosaico de memóriasSegredos, testemunhas da históriaE lá vem a procissão…São Benedito dê proteçãoAbençoe minha escola!É carnaval, a galera arrepiaNum toque genial de especiariasÉ chama, que jamais apagaráNosso cartão postalO samba te faz homenagem…E o povo te faz imortal Sou Comunidade, Santa Martha é tradição!A Puro Veneno, pulsando meu coraçãoSoa o apito, já vou!O bonde vai partir…Canta ANDARAÍ!
Ouça o samba oficial da Chegou para 2025 na voz de Igor Vianna

O samba oficial da Chegou o Que Faltava foi criado pelo compositor carioca Júnior Fionda, e interpretado pelo cantor oficial da escola, Igor Vianna. Grandes nomes do samba carioca participaram da gravação. Mestre Macaco Branco, da Vila Isabel, Millena Wainer, cantora da Mocidade, e Lissandra Oliveira, cantora do Salgueiro. Ouça: Letra: O YíN NÀNÁ YÒ EU SOU O MANGUEÔ YÍN NÀNÁ YÒ RAIZ DO MEU SANGUEBATUQUE DE CONGO, AXÉ DE TAMBORDE GOIABEIRAS O POVO DO SAMBA CHEGOU(Ah mais chegou) O que faltava quando tudo era nadaOxalá foi a estrada e a Senhora anciãSaluba nanã fez da lama seu ofícioRege fim e o princípioÉ memória ancestral do manguezalO sal do corpo encontra a doçuraOnde repousam fé e culturaSubmerso ventre maternal Pescador partiu pro marNa vazante o catadorQuem me cura é benzedeiraOnde a fé perpetuouDas cantadeiras de roda a voz da liçãoSom que emerge no meu pedaço de chão Tira a canga do boi (bis)Que griô é a estrela, meninaTira a canga do boiSalve preto Benedito que abençoa meu BarreiroVou louvar Sebastião todo vinte de janeiro São Reis por Rainhas da vidaNo vale da lida, nas mãos mulembáDa lama transcende a chama!Na cuia que abriga o dom de moldarDe Mães e filhas, eterna essênciaSão paneleiras a herança em resistênciaNasci… da fogueira dessa genteDe chão nobre, imponentePreta forma de amorNos toques que ampliam meu barulhoMinha escola, meu orgulhoEvoca à vitória em seu louvor