Ouça o samba-enredo da Chegou O Que Faltava para o Carnaval 2026 na voz de Igor Vianna

A Chegou O Que Faltava terá como enredo no próximo carnaval “Ori – sua cabeça é seu guia”, desenvolvido pelo carnavalesco Roberto Monteiro. O samba-enredo da tricolor foi escrito, mais uma vez, pelo compositor carioca Júnior Fionda. + ENTRE NO CANAL DO WHATSAPP DO CAPIXABICES+ Enredo explicado pelo carnavalesco Roberto Monteiro Veja a letra: Orí! Ajalá dá o poderao herói que tudo vê…OrunmiláQue o axé da minha escola prevaleçaAlimento a Cabeçaque a Vitória há de chegarFaço o meu ritual…Entrego a IemanjáRecebo a força do céu,Caminho com meu eledáQue vai reger eternamenteO corpo, a mente, Ayê, OrumBori, alimento sagradoSacia de axé o PaísE junta dois mundosna mesma raiz IROKÔ Ê!EIS A ÁRVORE SAGRADAÊ TEMPO Ê!É PRINCÍPIO, MEIO E FIMGUARDIÕES DO MEU TERREIRO,ILÊ CAPIXABARAIZ NAGÔ QUE VIVE EM MIM Salve Orí de Meia-Légua,Benedito de Ogum!Onde ecoa a liberdadeA saudade é adarrumÉ coroa de Obá…Força que não se apagaNegra Ana de Matamba…Zacimba GabaDe Reritiba meu Oxóssi,feiticeiro e pajéLembro de Cancãodo orixá do meu axéO caráter por princípio…águas claras de OxumQuando a mente é terra fértil,é semente de OmuluBons pensamentossão das ervas de OssainO fogo é frutodas crianças de Ayrá.Chegou o Que FaltavaO que eu sempre quisNa coroa de Oxalá,Pai de todos os orís. ORÍ Ô OLÓORE ORÍ JÈ OORÍ Ô OLÓORE ORÍ JÈ OCABEÇA FEITA, BATIZADA NO TAMBORNA CUMEEIRA ONDE MORA MEU XANGÔ
Unidos da Piedade renova com intérprete Kleber Simpatia

A Unidos da Piedade anunciou a última peça no seu elenco rumo ao Carnaval de Vitória 2026. Com todo o time já divulgado para o povo do samba e para comunidade, faltava apenas a publicação do intérprete oficial. O que se sabia de fato era a saída de Luiz Felipe. Porém, a escola ainda não havia confirmado a permanência de Kleber. Na tarde desta terça-feira (22), o coração dos torcedores da Mais Querida foi tranquilizado. Kleber Simpatia está de contrato renovado e segue na Unidos da Piedade para mais um desfile. “Sou um menino nascido no Morro do Moscoso, ia nos ensaios da Piedade e ficava olhando aqueles instrumentos montados na frente do Chapéu do Lado, e brincando, era o nosso playground, nosso parque de diversões. Imaginar que um dia eu poderia estar cantando na Unidos da Piedade e assumindo o microfone que foi cantado por Edson Papo Furado, um multicampeão do Carnaval Capixaba, é algo que nunca imaginei. É uma felicidade gigantesca esse convite para continuar na escola. E poder cantar o enredo Papo Furado na Avenida. Falo para todos, acreditem nos seus sonhos, continuem persistindo, isso vale para o pessoal da comunidade, nossas crianças. Estudem, respeitem e não desistam dos seus sonhos. Eu sou a prova viva disso. Vou cantar Papo Furado no Sambão do Povo!”, disse Kleber Simpatia. Ainda nesta terça, a escola realiza sua semifinal de sambas-enredo. Seis parecerias sobem ao palco para concorrer ao ‘título’ de ter o samba escolhido para cantar a vida de Papo Furado no próximo carnaval. + Ouça os sambas concorrentes da Piedade
Conheça o enredo da Imperatriz do Forte para o Carnaval de Vitória 2026

A Imperatriz do Forte será última escola a desfilar na primeira noite do Grupo Especial do Carnaval de Vitória 2026. A verde e rosa contratou o experiente carnavalesco Marcus Paulo (RJ) para conduzir o próximo desfile. O enredo foi divulgado através das redes sociais e a escola informou que o samba já está em desenvolvimento. Assim como foi em 2025, será encomendado. + Entre no grupo do whatsapp do Capixabices+ Ordem dos desfiles 2026 Sinopse: Xirê: Festejo às Raízes Roda Ancestral: Quando o Sagrado Gira os Mundos O xirê é um dramaturgismo ancestral. Cada dança e cada canto fazem memória do corpo coletivo que resiste. Martins (2011). Gira a roda. Desde muito antes de o Brasil ser Brasil, ela já girava. Nos antigos reinos de Ifé, Oyó, Ketu, Congo e Ndongo, em aldeias que falavam iorubá, kimbundu e kikongo, ela se fazia presente, nos corpos, nos tambores, nos espíritos. Roda de tempo, de fé, de dança, de guerra e de cura. Roda como oração em movimento, como alicerce dos mundos, de cá e de lá, como ponte entre vivos e ancestrais. Origina-se do xirê entre os iorubás, do ambequerê kibanda entre os bantos, da dança ritual entre diversos povos africanos que, mesmo distintos, giravam sob o mesmo princípio: o sagrado se move em roda. O xirê tem uma de suas raízes no iorubá, nas celebrações aos orixás do candomblé ketu. Já a roda, como forma ritual de louvação e elo com o divino, é partilhada por outras matrizes africanas, banto e jeje, cada qual com suas mitologias e liturgias próprias. No Brasil, essas heranças se cruzaram, mas mantém raízes distintas. Não se trata apenas de um rito, mas de uma arquitetura do sagrado em movimento: cada orixá é saudado em sua vez, com seu ritmo, sua dança e sua energia. Quando a Roda Cruzou o Mar e Não se Quebrou A roda, no candomblé, é a recriação da ordem cósmica. O xirê é um tempo-espaço de sabedoria ancestral em forma de movimento. Sodré (2022). Foi essa roda, resistente e infinita, que atravessou o oceano no ventre dos navios negreiros, junto aos corpos brutalmente arrancados de suas terras, mas jamais vencidos. Chegaram sob a violência do açoite, mas mantiveram o axé. E quando as línguas foram silenciadas, os tambores disseram o que era preciso dizer. Quando os nomes foram roubados, os orixás, nkisis, voduns e encantados responderam ao chamado dos atabaques, mas não perdeu a memória. Continuou a girar nas casas de santo, nos terreiros do ketu, nos terreiros angola, nas umbandas, nos barracões e nos corações dos iniciados. O Brasil ouviu esse chamado e, mesmo sem saber, dançou com ele. Porque a roda não se restringiu à religião; espalhou-se pelas ruas, festas, pelas senzalas e favelas. Despediu-se da liturgia sem abandonar o sagrado. Tornou-se samba de roda no Recôncavo Baiano, onde as mulheres faziam da saia um girar de história resistência. Tornou-se jongo nas comunidades negras do Sudeste (patrimônio capixaba), com suas rodas de ponto cantado e improviso que reverenciam o ancestral. Virou capoeira angola, com berimbau que chama para o jogo que é reza, ataque, defesa e sabedoria de quem aprendeu a lutar sorrindo. Do Maranhão ecoa o tambor de crioula, onde saias rodopiam em louvor e encantamento. De Pernambuco desce o maracatu-nação, que mistura realeza negra, orixá e batuque de Congo em cortejo. O coco, a ciranda, o maculelê: todos giram na cadência da memória africana. Mesmo os que não se dizem de terreiro carregam o terreiro nos pés. Porque a roda está na alma. A Gira da Imperatriz: Rito, Representação e reexistência A dança dos orixás é uma oração com o corpo. Cada passo é uma saudação, cada gesto é um mito em movimento. Verger (1999). Na cosmovisão africana, tudo gira. O tempo é espiral, a vida é movimento, o saber é circular. O xirê não é apenas dança: é técnica espiritual de invocação, é liturgia encenada no corpo, é a presença dos deuses no mundo dos homens. Cada orixá tem sua dança, seu toque, seu momento na roda. E ao lançá-los em sequência, como no xirê, recriamos a ordem do universo. Honramos a criação, lembramos quem somos, conectamos passado e presente numa única gira. O xirê é a roda que sustenta o mundo. E se o mundo gira, gira também o carnaval da Imperatriz do Forte. No Sambão do Povo, o cortejo se faz terreiro, a alegoria é altar, a fantasia é oferenda. Gira a história, gira o tambor, gira o povo com sua fé em movimento. Neste enredo, a escola cantã não apenas a beleza de um rito, mas a profundidade de um legado. Celebra a África em sua pluralidade, Ketu e Angola, Ifé e Congo, Benim e Moçambique, não como fragmentos, mas como corpo ancestral coletivo que vive, resiste e dança no Brasil. Porque no xirê da Imperatriz não há começo nem fim. Há eterno retorno. Há reverência aos saberes da velha guarda e reinvenção. Há o giro da vida, no giro das saias rodadas das baianas, que varrem o chão com axé; no giro bailado da porta-bandeira, que desenha no ar o orgulho de uma nação que resiste em festa. É comunidade. É dança que reza, canto que celebra, festa que convoca os ancestrais. Xirê é esse brincar sagrado, onde cada passo é saudação, cada gesto é louvor, um giro que vem de longe, da alma afrodiaspórica. Ao toque dos atabaques (Rum, Rumpi e Lé) se estabelece a ligação entre o Orum (morada dos Orixás) e o Ayê (a Terra). Silva (2010). No Sambão do Povo, a bateria “Berço do Samba” é templo e rito. Seus ritmistas tornam-se ogãs, zeladores dos couros que vibram como os atabaques Rum, Rumpi e Lé. Cada repique é um chamado, cada surdo é um fundamento, cada tamborilar ecoa os toques ancestrais que, na idiofonia dos chocalhos e agogôs, marcam os pontos fortes, que, nos terreiros, invocam o saber ancestral e, no desfile, despertam a memória coletiva. Cada cuíca é um lamento que canta dores e glórias;
Sinopse do enredo da Boa Vista para o Carnaval de Vitória 2026

A atual campeã, Independente de Boa Vista, será terceira escola a desfilar no sábado de Grupo Especial do Carnaval de Vitória. Na busca pelo bicampeonato, levará para avenida no próximo desfile uma figura ilustre e tradicional de Cariacica: João Bananeira. + Saiba como foi o lançamento do enredo na Orla de Cariacica Os compositores terão cerca de um mês para escrever o samba-enredo. No dia 18/08 os poetas deverão fazer a inscrição. A premiação para parceria campeã será de R$15.000,00 (quinze mil reais). + Entre no grupo do whatsapp do Capixabices Veja a sinopse: JOÃO DO CONGO – A VOZ QUE DANÇA NAS FOLHAS DA RESISTÊNCIA I No silêncio da mata, o tambor acorda a terra. Brota do chão, coberto de folhas, um corpo que gira e que canta. Ele não tem rosto. Tem voz e ela é feita das folhas de vida própria, que encantam o encantamento. Não tem nome. Sua presença se faz sentir na ancestralidade. Nasceu João Bananeira. Filho da mata, alma da rua, vida da resistência.Sua pele é casca de tambor e estala como reco-reco. Veste o sagrado com o profano e seu riso é reza, ensinando e dançando a briga com a brincadeira. Chega com a batida que não se cala, no som da casaca e no estandarte que atravessa o tempo.A Águia da Boa Vista sobrevoa o oceano da história e encontra o primeiro batuque. Ele não veio sozinho. Trouxe os ventres africanos, as rezas bantas, o chão ameríndio, as ladainhas católicas e o suor de quem transformou a dor em tambor. II O Congo nasceu na travessia e se formou de devoções. Nasceu na vida entre folhas e terras distantes.Carregou nos ombros, revoltosamente, o peso triste da escravização e, nos pés, a ginga da liberdade. Misturou as memórias de reinos africanos com os territórios invadidos do Brasil.No Espírito Santo, fincou suas raízes nos quintais de terra batida.Nos terreiros, montou a morada entre o sagrado e o popular.A Roda D’Água viu nascer uma festa. Ali, a saudade virou toada. Em Cariacica, as casacas são entalhadas com o mesmo amor com que se esculpe um gongá. Os estandartes são bordados por mãos que conhecem o segredo do tempo. E os tambores, feitos com madeira e pele de bicho, guardam os mistérios que nem o vento ousa contar.Sob a proteção de São Benedito e de Nossa Senhora da Penha, os congueiros aprenderam a viver sua liberdade sob as fantasias. Por trás das máscaras, a alegria é ato político. Cada passo é uma oferenda. III João Bananeira é um deles. É um de nós, nós do Congo. E também é muito mais. É um corpo encantado que não se explica. Ele dança com cambões e faz da vara um bastão de poesia. Espanta, encanta, gira. É o guia zombeteiro que ri da opressão transformando dança em resistência, com a força das folhas numa revoada de sobrevivência.Não se dobra e na boca do povo virou lenda. Entre os becos da Roda D’Água e os barracões da Boa Vista, João se faz multidão. E, como toda lenda, se multiplicou: em cada criança que se fantasia, em cada mestre que puxa a toada, em cada mulher que gira sua saia rodando o mundo. IV O Congo não é um só. Ele canta com muitas vozes: em Viana, em Vila Velha, na Serra, em Aracruz, em Ibiraçu, Fundão, Anchieta, Linhares e em muitos outros lugares encantados.Cada banda guarda um sotaque, cor e reza sua promessa. Mas todas sabem que o tambor é o mesmo. O som da casaca é reconhecido pelos irmãos de longe.Essas vozes, unidas, contam a história de um povo que nunca se calou. Que aprendeu a guardar a memória nos instrumentos e nos estandartes.A cada fincada de mastro, há um grito de permanência e um futuro construído na base da tradição e no amor. V E quando tudo parece se perder, eis que Ela aparece. No alto do convento, Nossa Senhora da Penha, Mãe negra de todos.Sob seu olhar, o Congo floresce nas novas gerações que aprendem a dançar antes mesmo de falar.Só acreditamos em Deuses que sabem dançar e Nossa Senhora da Penha protege os filhos de João. Protege o futuro do tambor.E é por Ela, por João e por todos os que mantêm viva a folha da resistência, que a Boa Vista canta seus 50 anos.Hoje, no Sambão do Povo, somos tambor.Hoje, somos mastro.Hoje, somos casaca.Hoje, somos o Congo que não se dobra.Hoje, somos todos João Bananeira, folhas de resistência. Carnavalesco: Cahê RodriguesEnredista: Clark Mangabeira e Victor Marques
Ouça os sambas finalistas da Piedade para o Carnaval 2026

A Unidos da Piedade recebeu na última quarta-feira as obras concorrentes para disputa de samba-enredo rumo ao Carnaval 2026, ano em que homenageará seu baluarte Papo Furado. Confira os sambas classificados para se apresentar na final, domingo (27).
Imperatriz do Forte renova com Thiaguinho e contrata Jéssica Ferreira

A Imperatriz do Forte anunciou por meio das redes sociais mais uma mudança em seu time de profissionais rumo ao Carnaval de Vitória 2026. Para o próximo desfile, a verde e rosa vai contar novamente com o talento do mestre-sala Thiaguinho Mendonça. Seu par será a porta-bandeira Jéssica Ferreira, que vai estrear na agremiação no próximo ano. A dupla também desfilará no Rio de Janeiro, pela Série Ouro, na Unidos da Ponte. VEJA TAMBÉM: ELENCOS CARNAVAL DE VITÓRIA 2026 Em 2025 a escola teve como casal Thiaguinho Mendonça e Amanda Poblete, que garantiu nota máxima no quesito. No posto de segundo casal, dois novos nomes também foram confirmados: Marcelinho Ramos e Layna Ferreira chegam à escola para defender o pavilhão. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por A.C.S.E.G.R.E.S IMPERATRIZ DO FORTE (@imperatrizdoforteoficial)
“Quesito” liderança foi protagonista durante nove horas de workshop na MUG

Organizado pela Mocidade Unida da Glória (MUG), mas aberto para todos do samba, o workshop sobre “Liderança de Carnaval” aconteceu na quadra da vermelho e branco, em Vila Velha, no último dia 6. Com um elenco de palestrantes renomados, foram nove horas de troca de ideias e experiências. Claudio Tosta, consultor da Sony Music, abriu o dia explicando sobre as múltiplas gerações que estão convivendo ao mesmo tempo e que todas as ideias são bem-vindas. Marcelo Braga, publicitário da Liga de Marketing e escritor do best-seller “A fantástica fábrica de UAU”, trouxe detalhes do que fazer para experiências perfeitas em eventos, palestras, ensaios e, por que não, desfiles. Falou também sobre aquele “algo a mais” que as escolas podem entregar durante a temporada carnavalesca. + ORDEM DOS DESFILES DO GRUPO ESPECIAL 2026 + PARTICIPE DO CANAL DO WHATSAPP O almoço ficou por conta do vice-presidente Jurandy Machado e todo o time da MUG. Em seguida, o carnavalesco em atividade com mais títulos no Grupo Especial, Petterson Alves, abriu as mesas da tarde falando sobre como nasce um desfile e o que tem que ser feito para ele chegar o mais perto possível da perfeição. Cahê Rodrigues, atual campeão do Carnaval Capixaba com a Boa Vista, veio em seguida. Falou sobre as experiências vividas em Sapucaí e Anhembi, durante seus quase 30 anos de carnaval, no Rio de Janeiro e São Paulo. Detalhou também como foi a construção do desfile da Grande Rio 2011, após o fogo que destruiu 98% do barracão. Direto da Grande Rio, Thiago Monteiro trouxe sua bagagem no maior carnaval do país. Explicou como líderes são formados e o como se forma uma família que trabalhe em prol do objetivo. Para encerrar, Thiago, Cahê, Pett e Claudio Tosta responderam diversas questões dos presentes. E o próximo workshop, quando será? A primeira edição do workshop foi um sucesso. Público diverso, de quase todas as escolas, debates contundentes e uma pergunta que pairava no ar no final do dia: quando será o próximo? Slin Ribeiro, um dos idealizadores, já confirmou que até o final do ano a segunda edição deve acontecer. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por CAPIXABICES (@capixabices_)
Veja o calendário das feijoadas das Escolas de Samba do Grupo Especial do Carnaval de Vitória

Do dia 10 de agosto até 14 de dezembro de 2025, o sambista capixaba terá a oportunidade de participar de 10 feijoadas, organizadas pelas agremiações que desfilarão na sexta e sábado de Grupo Especial do Carnaval de Vitória em 2026. + ORDEM DOS DESFILES DO GRUPO ESPECIAL 2026+ PARTICIPE DO CANAL DO WHATSAPP A primeira da lista acontecerá no próximo dia 10 de agosto. Tradicionalmente a MUG realiza seu evento no dia dos pais. Imperatriz do Forte fecha o calendário no dia 14 de dezembro. Veja as datas das Feijoadas: *Postagem está sendo atualizada mediante link de compra dos eventos
Palpitômetro do Capixabices: Samba de Tavinho Cidade é o favorito para vencer na MUG

Pela primeira vez, o Capixabices resolveu reunir grandes nomes da imprensa carnavalesca capixaba e do Brasil para palpitarem sobre as finais de samba-enredo da temporada 2026 do Carnaval de Vitória. A primeira escola a definir sua obra é a Mocidade Unida da Glória (MUG). Veja o elenco de participantes: + CIDADE DO SAMBA FICARÁ PRONTA ATÉ 2028 + OPINIÃO: SINOPSE DA MUG PARA 2026 Além dos mencionados, o público também votou através da enquete. Entre os finalistas, o samba de Diego Nicolau e cia. recebeu apenas o voto de Vinicius Vasconcelos. Eugênio Leal, Gabriel Barros e Any Cometti votaram na parceria de Rafael Mikaiá. A parceria vencedora, de Tavinho Cidade e cia., foi escolhida por Francisco Velasco, Luanna Esteves, André Christo, Edson Miranda, e também foi a favorita dos leitores do Capixabices. Vale ressaltar que o resultado do “Palpitômetro do Capixabices” não tem nenhuma influência na escolha da Mocidade Unida da Glória (MUG). + ENTRE NO CANAL DO WHATSAPP DO CAPIXABICES
MUG define samba-enredo neste domingo; Vote no seu favorito

A Mocidade Unida da Glória (MUG), define neste domingo (6), o samba-enredo que vai conduzir seu desfile em homenagem a Teresa da Baviera no Carnaval de Vitória 2026. Compositores campeões vão levar para casa o valor de R$15.000,00. + ANÁLISE DA SEMIFINAL + ANÁLISE DA CHAVE A + ANÁLISE DA CHAVE B VOTAÇÃO ENCERRADA!























