Idealizado para ser um ecossistema de inovação focado no desenvolvimento, modernização e fortalecimento do mercado de Carnaval, o Carnaval Lab chegou ao Espírito Santo pelo segundo ano consecutivo e atraiu participantes em busca de conhecimento.
No sábado, primeiro dia, o foco foi a captação de recursos por meio de leis de incentivo e as inúmeras oportunidades oferecidas por editais que permanecem abertos durante todo o ano, desde que as escolas estejam devidamente regularizadas. Além da fala do CEO do Carnaval Lab, Pedro Silva, o público também ouviu Marcelo Lages, que atua como coreógrafo da Novo Império e agente cultural em diversos segmentos das artes em todo país.

A primeira fala do domingo foi do mestre de bateria Branco Ribeiro (RJ), que apresentou o aplicativo Carna App, uma plataforma de gestão operacional para escolas de samba, que já está em uso em agremiações cariocas. Em seguida, aconteceu uma roda de conversas para que os participantes compartilhassem suas perspectivas sobre como é possível aliar inovação ao tradicionalismo característico do Carnaval.
Participaram Pedro Silva (CEO do Carnaval Lab), Júnior Schall (diretor de carnaval da Porto da Pedra), Marcelo Lages (coreógrafo e diretor artístico da Novo Império), Cahê Rodrigues (carnavalesco da Novo Império), Edson Neto (presidente da Liesge) e Sandro Rosa (presidente da Lieses).

Nos dois dias de evento gratuito e aberto ao público, passaram por lá presidentes e representantes das escolas Mocidade Serrana, Novo Império, Rosas de Ouro e Pega no Samba, além de integrantes da Lieses e da Liesge.

































