13 de maio: entenda a abolição da escravatura através de sambas-enredo

A data é controversa. 13 de maio é o dia marcado pela assinatura da Lei Áurea, através da princesa Isabel. Após aquela data em 1988, estava determinado que todos os escravizados do país obrigatoriamente deveriam ser libertos. É indiscutível que o 13 de maio é um marco histórico, porém, não pode ser lembrado apenas pela assinatura da princesa – que não era heroína -. Lembrar apenas dela, é invisibilizar movimentos negros que já atuavam como protagonistas antes da abolição oficial. Para entender um pouco mais sobre a história, separamos 6 sambas-enredo de diferentes escolas, narrativas, carnavalescos, compositores e décadas, no Carnaval do Rio de Janeiro. 1- Unidos de Lucas (1968) 2- Vila Isabel (1988) 3- Mangueira (1988) 4- Imperatriz Leopoldinense (1989) 5- Tuiuti (2018) 6- Mangueira (2019)
Neguinho da Beija-Flor anuncia aposentadoria após desfile de 2025

Luiz Antônio Feliciano Marcondes, Da Vala ou Neguinho da Beija-Flor, como o mundo conhece, anunciou que irá se aposentar após o desfile de 2025. São 50 anos de Beija-Flor de Nilópolis, 14 títulos conquistados na azul e branco e um legado de sambas históricos cantados na sua voz. Em 2016, foi homenageado pela ‘Chega Mais’, no Carnaval Capixaba, que desfilou com o enredo ‘Anjo negro, lindo anjo’. Confira um trecho da carta de despedida: “Chegou a minha hora. Em 2025, cantarei a exaltação de meu parceiro Laíla – a quem conheci ainda antes do primeiro Carnaval, na lendária roda de samba do Bola Preta -, como epílogo dessa odisseia que durou meio século de folia e felicidade. Superou muito meus sonhos. E continuarei lhe amando. Você pode contar comigo por toda eternidade. Obrigado por tudo, minha escola, minha vida, meu amor. Olha a Beija-Flor aí, gente!”.